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Alagoas
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Alagoas tem apenas 27.731 Km2, mas esbanja em potencial turístico: 230 Km de litoral pontilhado por praias paradisíacas, cujas águas, ora esverdeadas, ora de intenso azul, proporcionam uma policromia diferente; várias lagoas (Mundaú e Manguaba são as principais), deliciosa gastronomia, rica artesanato e diversificado folclore, sem esquecer o povo bom e hospitaleiro que é o alagoano. |
| Com uma população que ultrapassa a casa dos 2,5 milhões de habitantes. Alagoas tem recebido, nos últimos anos, visitantes de várias partes da Brasil e do estrangeiro, atraídos por suas belezas. Maceió, a capital tem mais de 700 mil habitantes, e é um dos mais badalados pólos turísticos brasileiros dispondo de bem montada rede de hotéis, restaurantes, bares e similares. Segundo a história, o povoamento do território alagoano se processou lentamente, mas admite-se que a sua formação se originou de três grupamentos básicos: Penedo, cidade às margens do Rio São Francisco, Porto Calvo, terra de Calabar e Alagoas(atual Marechal Deodoro). Já no século XVI, o tráfico africano contribui, sobremaneira, para a economia da região e integrar-se ao seu amálgama étnico. | ![]() |
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A invasão holandesa, começada em 1630 deu motivo a que se iniciasse uma luta pele ocupação da Capitania, já então rica, devida à prosperidade dos engenhos da cana-de-açúcar. O desejo de viver livremente atraía os escravos para as montanhas alagoanas, como aconteceu na Serra da Bairiga, onde eles fundaram uma cidade, chamada República dos Palmares, constituindo-se no mais importante Quilombo formado pela raça negra no Brasil. |
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A emancipação da Comarca de Alagoas se deveu, em verdade, a fatores econômicos e demográficos, se processando no ano da Revolução Republicana, que se desencadeou na cidade do Recife repercutindo muito em Alagoas. A sua indústria açucareira era firmada por 200 engenhos e a agricultura se desenvolvia com a cultura do algodão, fumo e milho. Esses fatores, incontestavelmente precipitaram a emancipação da nova Capitania, que já se destacava em termos econômicos a culturais. |
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Em 1889 a República trouxe à administração de Alagoas novos rumos e em 1891 (foi promulgada a primeira constituição do Estado de Alagoas. Nos dias atuais, a economia alagoana é baseada na agroindústria do açúcar e do álcool, nos produtos químicos (cloro-alcoolquímico), indústria de alimentos e têxteis, na pecuária e no turismo, considerado atividade prioritária pelo Governo |
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Folclore
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O folclore alagoano tem suas raízes nos três elementos colonizadores do povo brasileiro, ou seja, o branco, o negro e o índio. As manifestações folclóricas acontecem durante todo o ano, de acordo com o período festivo. Segundo estudiosos estima-se que o Estado possui 29 variedades desde de danças e torés aos folguedos vinculados a festejos natalinos, festas religiosas e carnavalescas.
Beleza e originalidade é o que não falta no folclore alagoano, conhecido nacionalmente pela desenvoltura e traje dos grupos, que difundem a cultura do estado em todo país e em outros continentes. Os folcloristas pioneiros são os responsáveis pela decantada riqueza das manifestações folclóricas de Alagoas, com destaque para Théo Brandão, homenageado pelos alagoanos com um museu que leva seu nome.
Entre os folguedos mais conhecidos destacam-se os do período natalino: Pastoril, guerreiro, traieira, baianas, reizados, marujaba, presépio, cavalhada e outros, além das festas religiosas com destaque para Mané do Rosário e Bandos e os carnavalescos como Cambindas, Negras da Costa, Samba do Matuto, Caboclinhos, bem como os Torés de Índio e de Xangô e as danças de São Gonçalo, Coco Alagoano, Rodas de Adultos.
Das importantes manifestações cantadas e dançadas, sobressai-se a Quadrilha, Coco de Roda e Banda de Pífano, como também os famosos violeiros e repentistas encontrados nas praias divertido os turistas. A primeira dança de origem francesa remota dos séculos XVIII e XIX era dançada nos salões e palanques das casas grandes da aristocracia real, enquanto os caboclos, empregados e agragados dançavam o Coco no terreiro em torno da grande fogueira armada em frente a casa do dono do engenho. Bastante difundida nos estados nordestinos, durante os festejos juninos, a banda de pífano é presença certa nas festas populares e conhecida como "Esquenta Muié", Carapeba, Quebra Resguarde e Pata Choca. Executa os mais diversos rítimos musicais, e de acordo com a crença alagoana, ao som desses conjuntos.
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Culinária
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Alagoas destaca-se por sua saborosa e diversificada culinária. Os frutos do mar encabeçam o cardápio alagoano, seja em simples restaurantes à beira da lagoa ou em requintados na Ponta Verde, Jatiúca e Jaraguá.
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Também não poderia deixar de ser, Alagoas possui 230 Km de litoral, várias lagoas e rios, produzindo o que há de melhor e saudável em frutos das águas. Sua culinária de peixes, crustáceos, mariscos e moluscos são preparadas a base de leite de coco, em sua maioria. As carapebas, cavalas fritas, lagostas, camarões cozidos à água e sal, fritada de siri, sururu maçunim e as tradicionais peixadas com pirão e regadas ao molho de pimenta, merecem ser degustadas. O sururu, molusco rico em fosfato, pescado nas lagoas, é servido em sua própria casca (capote), ensopado em leite de coco e ao vinagrete, é indispensável no cardápio dos alagoanos. A feijoada com feijão mulatinho, os cozidos, com carnes e verduras, a galinha à cabidela, a buchada e os churrascos são iguarias encontradas no dia-a-dia do alagoano e feitos em dias especiais em restaurantes da cidade. |
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Os bares, do Pontal da Barra, às margens da Lagoa Mundaú, na zona sul da cidade de Maceió, e dos povoados de Massagueira e Barra Nova, às margens da Lagoa Manguaba, merecem uma visita. São bares simples, com comidas à base de frutos do mar, preparadas na hora e chegam à nossa mesa quentes e deliciosas. |
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As iguarias de origem indígena e africana, como tapioca, cuscuz de milho, massa puba, arroz doce, batata doce, inhame e macaxeira com carne de sol, beiju, grude de goma, pé de moleque, munguzá, canjica e pamonha costumam ser servidas nos cafés da manhã e da noite.Na orla da Ponta Verde são encontradas diversas tapioqueiras e vendedoras de acarajés.Sem esquecer as deliciosas frutas nordestinas: jaca, manga, mangaba, abacaxi, banana e pitanga, sapoti, pinha, graviola, caju, cajá, acerola e etc...A maioria são transformadas em sucos, sorvetes e doces. Uma tentação dos deuses! Nas praias, é comum saborear um bom caldo-de-cana, água de coco, coquetel de abacaxi(feito na fruta), caldinhos, batidas de frutas tropicais, de sabores inigualáveis. |
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Praias
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| O Estado de Alagoas apresenta-se para o Brasil com recanto abençoado por Deus, que o presenteou com uma belíssima costa litorânea. Com 232 Km de extensão, o litoral alagoano se notabiliza pela variação da tonalidade das águas, ora esverdeadas, ora de um intenso azul, aquecidas por um sol que reina praticamente o ano inteiro, proporcionando às pessoas demorados refrescantes banhos, sob a brisa aconchegante do Atlântico. Turisticamente, o litoral de Alagoas se divide em dois. O litoral norte, conhecidos por seus recifes de corais, vai de Maceió até Maragogi, na divisa com o estado de Pernambuco e o acesso é feito pela Rodovia Al 101 - Norte. Atualmente, esse corredor turístico denominado "Costa Dourada", comporta o Projeto de Desenvolvimento Turístico - PRODETUR/AL, no qual toda a infra-estrutura básica para o incremento das atividades turísticas serão implantadas, beneficiando os nove municípios da região: Paripueira, Barra de Santo Antônio, São luiz do Quitunde, Passo de Camaragibe, São Miguel dos Milagres, Porto de Pedras, Porto Calvo, Japaratinga e Maragogi. | ![]() |
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O litoral sul, destaca-se pela beleza de suas lagoas, estuários, falésias, dunas e deltas de rios que desaguam no Atlântico, contemplando os municípios de Marechal Deodoro, Barra de São Miguel, Roteiro, Jequiá da Praia, recentemente desmembrada do município de São Miguel dos Campos, Coruripe, Feliz Deserto e Piaçabuçu. Esses municípios têm potencial turístico diversificado e oferece aos visitantes um variado leque de opções e são ligados à capital pela AL 101-sul.É por isso que MACEIÓ é bom demais!... |
| Economia A economia de Alagoas, nos últimos 25 anos tem crescido sistematicamente acima da economia nordestina e brasileira. Mais de 50% desse crescimento foi devido ao desempenho do setor serviço, seguido pela indústria e por último pela agricultura. | |
| Vale ressaltar que esta dinâmica está concentrada em torno da micro região de Maceió implicando que parte importante do Estado está se tornando um vazio econômico, principalmente as áreas localizadas no semi-árido. As estatísticas atestam e, já é visível, a redução da renda e a estagnação ou decrescimento populacional da maioria dos municípios. As micro regiões do Sertão Alagoano, Batalha, Palmeira dos Índios, Mata Alagoana e Litoral Norte, vêm persistentemente, a partir de 1975, reduzindo suas participações no PIB estadual. |
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Ao investigar o comportamento das taxas de crescimento econômico das micro regiões, verifica-se a perda de dinamismo já a partir da metade da década de 70, com breve interregno na segunda metade da década de oitenta, para voltar a decrescer de forma significativa, ao longo do período 1985-1993. No presente ano o quadro se agravou em decorrência da estiagem. |
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Tudo isto é o resultado da ausência de investimentos estruturadores por um lado e por outro devido à drástica redução da área plantada com culturas. |
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A estagnação da economia de parte das micro regiões da Zona da Mata se deve à redução da área plantada com cana-de-açúcar sem que tenha havido a substituição por outra cultura que proporcionasse alto valor agregado. |
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A microrregião de Arapiraca que durante as décadas de 70 e 80 obteve altas taxas de crescimento dá sinais de estagnação em função do pouco dinamismo da cultura do fumo. |
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A microrregião de São Miguel obteve forte expansão econômica até o fim da década de 80 mas também apresenta sinais de estagnação, no entanto devido ao seu parque industrial e à base de seus recursos naturais tem condição de se expandir tão logo a economia em geral volte a crescer. |
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Ao lado do desequilíbrio do crescimento econômico do Estado de Alagoas agrava-se a situação das finanças públicas tanto do governo estadual como dos governos municipais. Se, por um lado, há necessidade de investimentos em infra-estrutura, por outro lado reduz-se a capacidade do governo fazer os investimentos necessários para atrair a iniciativa privada, como por exemplo nas área do turismo. Além disso, o Estado está quase que impossibilitado de atrair recursos federais e de bancos multilaterais devido a incapacidade de oferecer contra partida. |
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Todos esses aspectos rebatem, em primeiro lugar, nas atuais condições de vida da maioria da população. É por esse motivo que os indicadores sociais sintetizados no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) coloca Alagoas, junto com todos os Estados do Nordeste, como a região de mais baixo desenvolvimento humano do País, principalmente os municípios situados na área do Polígono das Secas. |
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Quando se desagrega o IDH em seus componentes, verifica-se mais uma vez que a educação e a renda, são os inibidores do desenvolvimento humano da região Esse quadro somente será modificado se a economia voltar a crescer e o setor público se ajustar para proporcionar os recursos necessários aos investimentos estruturadores. |
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Artesanato
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Alagoas possui um rico artesanato que, pouco a pouco, vem se tornando um dos mais procurados por sua rara beleza.
Destacam-se os trabalhos em rendas , bordados, palha, madeira e cerâmica.
As rendas e bordados, verdadeiras obras de arte, tem seu ensinamento transmitindo de mãe para filha, atravessando gerações.
São utilizados na confecção de toalhas de mesa, panos de bandeja, panos de pão, colchas, lençois, fronhas, blusas, vestidos(maravilhosos vestidos de noiva) e muito mais.
Núcleos são formados em vários municípios. O filé, a renda Alagoana em Maceió e Marechal Deodoro; o labirinto, em Marechal Deodoro; O redênde e o ponto cruz, em Porto Real do Colégio, Traipu e São Brás; boa noite em Pão de Açúcar e as não menos famosas rendas de bilro em São Sebastião.
Os trançados em palha ouricuri, chamam muita a atenção por sua beleza. São facilmente encontrados no litoral sul, em Coruripe, Piaçabuçu e Feliz Deserto. São cestos "Moisés", porta copos, porta jóias, jogos americanos, bolsas, sacolas, etc...
As esculturas em madeira têm seu público fiel e são de uma beleza especial. São réplicas de animais da fauna brasileira e de santos que chegam quase a atingir a perfeição. Os bichos são produzidos em Boca da Mata e os santeiros se destacam em Arapiraca e Penedo.
Em Maceió, as peças de artesanato são encontradas no Mercado do Artesanato, na feirinha da Pajuçara e no Pontal da Barra, bucólico bairro de pescadores e filezeiras, onde os produtos artesanais são expostos em frente às casas, transformando-as em uma bela exposição ao ar livre.
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Maceió
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Uma das mais badaladas cidades turísticas do País, Maceió, capital do estado Alagoas, está na preferência de turistas brasileiros e estrangeiros, que ficam extasiados com a beleza desta cidade vocacionada para o turismo. O que mais chama à atenção de quem chega a Maceió, hoje com uma população perto dos 800 mil habitantes, são as suas praias - cuja a cor do mar varia, ora é verde, ora azul - e o sol companheiro inseparável quase o ano inteiro, o que faz com que as águas permaneçam sempre mornas. |
| Maceió possui uma infra-estrutura turística invejável: hotéis, de uma a cinco estrelas, pousadas e albergues, grande parte na orla marítima, afora restaurantes e bares (a maioria com música ao vivo), estrategicamente instalados na Pajuçara, Ponta Verde, Jatiúca e Stella Maris, bairros de classe média alta da capital alagoana. | |
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Vale registrar os restaurantes e barzinhos da orla lagunar, nos povoados de Massagueira e Barra Nova, em Marechal Deodoro. Modestos mas aconchegantes, esses estabelecimentos servem deliciosos pratos de frutos do mar, a preços acessíveis. A cidade conta também com boates, casas de shows, cinemas, teatros, etc, que apresentam atrações nacionais e locais. |
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Há outras opções de divertimento, como os passeios às praias mais afastadas de Maceió, como a do Francês, Barra de São Miguel e Gunga, no litoral sul; Sonho Verde, Tabuba e Ilha da Crôa no litoral norte, em Maceió uma boa pedida é ir à piscina natural da praia de Pajuçara, a 2 mil metros da costa. As embarcações (jangadas) fazem ponto ao lado do posto de informações turísticas do Sebrae. Há também passeios de saveiro na Lagoa Mundaú, saindo do bairro do Pontal da Barra até a prainha, em um município vizinho, o município de Marechal Deodoro. |
O prazer de andar a beira-mar com segurança e tranqüilidade é o que mais deslumbra o turista, que convive diretamente com a população local. Aliás, o fator segurança tem contribuído sobre maneira para o aumento do fluxo de turistas. Em qualquer hora do dia ou da noite, as pessoas andam na orla marítima sem serem incomodadas, o que não acontece nas grandes capitais brasileiras.
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É por isso que MACEIÓ é bom demais!... |